Dia 1 – Cidade do México – Casa dos Capuleto (ou Castelo de Chapultepec)

O primeiro dia na Cidade do México foi cheio de emoções para um cinéfilo como eu. Apesar de vir para cá para falar de 007 Contra Spectre, que teve sua cena inicial filmada aqui, não poderíamos deixar de visitar outros locais fílmicos.

E o primeiro lugar de visita foi o fantástico castelo de Chapultepec, no bosque de mesmo nome. O bosque, aliás, é o maior da América Latina e tem entrada gratuita. Dá para passar um dia inteiro lá, afinal, além do castelo, há diversos museus, como o de Antropologia – fantástico – e lagoas, bicicletas – no México tem dezenas de bicicletas gratuitas que podem ser usadas em até 3 horas, bastando deixar um documento.

Bosque tem uma grande lagoa onde é possível andar de pedalinho e barco a remo - Foto: Bruno Porciuncula
Bosque tem uma grande lagoa onde é possível andar de pedalinho e barco a remo – Foto: Bruno Porciuncula

O bosque também tem dezenas de barracas com vendas de lembranças da cidade, de máscaras, brincadeiras para enganar os amigos, lugar para fazer a famosa maquiagem do Dia dos Mortos e muito doritos e outros salgados. Pena que o povo é meio arredio para deixar tirar foto.

Como o que nos interessa é filmes, fomos direto ao castelo de Chapultepec (65 pesos – R$ 10,82), que fica no alto do bosque, com a vista maravilhosa de toda a Cidade do México. Lá, que também é o Museu Nacional da História, e já foi residência de diversos governantes mexicanos – a história é muito bem contada lá -, foi gravado o filme Romeu e Julieta (1996), dirigido por Baz Lurhmann e protagonizado por Leonardo DiCaprio, serviu como a casa dos Capuleto, e foi onde eles se conheceram pela primeira vez, naquela inesquecível cena do aquário – o filme ainda foi gravado em outras partes do interior do México. Bom, vamos deixar de papo e ver imagens!

Corredor de belíssimos vitrais - Foto: Bruno Porciuncula
Corredor de belíssimos vitrais – Foto: Bruno Porciuncula
Uma das dezenas de áreas externas - Foto: Bruno Porciuncula
Uma das dezenas de áreas externas – Foto: Bruno Porciuncula
Imagina essa vista naquela época em que foi construída, no fim do século XVII? - Foto: Bruno Porciuncula
Imagina essa vista naquela época em que foi construída, no fim do século XVII? – Foto: Bruno Porciuncula

E aqui, a cena em que o castelo aparece. Confesso que deu até vontade de ver de novo, já que sou fã de Baz Lurhmann.

História da humanidade

Você vai ter uma verdadeira aula de história e antropologia no Museu de Antropologia do México(65 pesos – R$ 10,82), que fica também no bosque, mas do outro lado de uma avenida movimentada – aliás, toda ruela, via, rua ou qualquer lugar que passe carro no México, é movimentada.

O museu tem preciosidades das culturas indígenas da mesoamérica e Maya – os cortes de pedras impressionam pela precisão. Há também informações desde Lucy, um fóssil de 3,2 milhões de anos, descoberto em 1974, e considerada a primeira mulher. Todas as informações sobre ela e a evolução humana estão muito bem explicadas no Museu de Antropologia.

Pedra maia incrível - Foto: Bruno Porciuncula
Pedra maia incrível – Foto: Bruno Porciuncula
Pedra Solar na qual os Mayas contavam os dias - Foto: Bruno Porciuncula
Pedra Solar na qual os Mayas contavam os dias – Foto: Bruno Porciuncula
Área externa do museu tem esse suporte belo, que cai água de cima - mas já tinha caído na hora da foto - Foto: Bruno Porciuncula
Área externa do museu tem esse suporte belo, que cai água de cima – mas já tinha caído na hora da foto – Foto: Bruno Porciuncula

Como vocês podem perceber, a Cidade do México é bem barata, sendo possível visitar dois excelentes museus gastando R$ 22 reais, aproximadamente.

Como ir

Bosque de Chapultepec – metrô linha rosa (5 pesos – R$ 0,83), você salta no “gafanhoto” – chapultepec em espanhol – e já sai na porta do parque. As sinalizações são ruins – principalmente para chegar no castelo – então é bom andar com um minimapa em mãos, apesar de existir mapas pelo bosque.

Onde comer

No bosque tem diversas opções de alimentação, desde tacos e quesadillas até hamburguer. Os preços variam de 35 a 140 (R$ 5 a R$ 23)- principalmente se tiver frutos do mar. Uma garrafa de água de 1l custa 8 pesos, mas no bosque há bebedouros – são difíceis de encontrar, então é bom levar sua garrafinha.

Há diversas barracas para comer no bosque - Foto: Bruno Porciuncula
Há diversas barracas para comer no bosque – Foto: Bruno Porciuncula

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